Crime e Castigo 14

Romance de 1866: o ex-estudante Raskólnikov mata uma velha penhorista para provar a si mesmo que é um homem "extraordinário", acima da lei moral, e desmorona sob a culpa até a prostituta Sônia, lendo a ressurreição de Lázaro, abrir-lhe o caminho da confissão e da regeneração

No meio do cômodo estava Lizavéta, com uma trouxa grande nos braços. Olhava estupefata para a irmã assassinada, branca como um lençol, e parecia não ter forças para gritar.