Cartas - Livro VII 32

Cartas sobre presságios, doença, amizade e a publicação de obras

Caio Plínio a seu caro Fabato, avô de sua esposa, saudações.

Alegra-me que a chegada do meu Tirão te tenha sido agradável; mas o que escreves, que, aproveitando a presença do procônsul, libertaste muitos escravos, me alegra de modo singular. Pois desejo que a nossa pátria cresça em todas as coisas, mas sobretudo no número de cidadãos: esse é o ornamento mais sólido das cidades.
Aquilo também me agrada, não por vaidade, mas mesmo assim me agrada, que acrescentes que eu e tu fomos celebrados tanto com agradecimentos quanto com louvores. Pois, como diz Xenofonte, o louvor é a coisa mais doce de ouvir, sobretudo se julgas merecê-lo. Adeus.