Cartas - Livro V 12
As villas, os testamentos, a educação e a memória dos mortos
Caio Plínio ao seu amigo Terêncio Escauro, saudações.
Prestes a recitar um pequeno discurso que penso em publicar, convoquei algumas pessoas para me deixar apreensivo, e poucas para ouvir a verdade. Pois tenho duas razões para recitar: uma, para me concentrar pela tensão; outra, para ser advertido, caso por acaso algo me escape por ser meu.
Consegui o que buscava: encontrei quem me oferecesse abundância de conselhos, e eu mesmo, além disso, anotei algumas coisas a corrigir. Corrigi o livro, que lhe enviei.
O assunto você conhecerá pelo título; o resto, o livro explicará, e ele já deve se acostumar a ser entendido sem prefácio.
Eu gostaria que você me escrevesse o que pensa do conjunto e das partes. Pois serei mais cauteloso em retê-lo ou mais firme em publicá-lo, conforme a sua autoridade pender para um lado ou para o outro. Até logo.