Meditações 2
O caderno pessoal do imperador-filósofo Marco Aurélio (séc. II): anotações estoicas sobre o dever, a razão, a aceitação do destino e a brevidade da vida
Observe também quem são essas pessoas cujas opiniões e vozes dão reputação, e o que é a morte. Se alguém a olha em si mesma e, pela força da reflexão, separa em partes tudo o que a imaginação associa a ela, vai concluir que a morte não passa de uma obra da natureza. E quem teme uma obra da natureza é uma criança. Mais ainda: a morte não é só obra da natureza, é algo que serve aos propósitos dela.