Gehena: el Valle de Hinom que se Volvió Infierno

Un lugar en el mapa de Jerusalén

La palabra que los evangelios ponen en boca de Jesús para hablar del castigo final no es Seol, sino Gehena. Y Gehena, al contrario del Seol, comienza como un lugar geográfico concreto: el Valle de Hinom (en hebreo, Ge-Hinnom), una hondonada al sur de Jerusalén. Aparece ya en las listas de fronteras del libro de Josué.

8 E este termo sobe pelo vale do filho de Hinom, do lado sul dos jebuseus (esta é Jerusalém) e sobe este termo até ao cume do monte que está diante do vale de Hinom para o ocidente, que está no fim do vale dos refains do lado do norte.

El valle de los sacrificios de niños

Lo que volvió infame a ese valle fue el culto que allí se practicó. Reyes de Judá quemaron a sus propios hijos en sacrificio al dios Moloc en el Valle de Hinom. El rey Josías, en su reforma religiosa, profanó deliberadamente el lugar para que nadie más pudiera ofrecer niños al fuego allí.

10 Também profanou a Tofete, que está no vale dos filhos de Hinom, para que ninguém fizesse passar a seu filho, ou sua filha, pelo fogo a Moloque.

31 E edificaram os altos de Tofete, que está no Vale do Filho de Hinom, para queimarem no fogo a seus filhos e a suas filhas, o que nunca ordenei, nem me subiu ao coração.

El profeta Jeremías anunció que aquel valle de abominación se convertiría en un "valle de la matanza", lleno de cadáveres, bajo el juicio de Dios. La asociación entre el Valle de Hinom, el fuego y el juicio divino estaba formada ya en el Antiguo Testamento, mucho antes de que la palabra designara el infierno.

5 Porque edificaram os altos de Baal, para queimarem seus filhos no fogo em holocaustos a Baal; o que nunca lhes ordenei, nem falei, nem me veio ao pensamento.

6 Por isso eis que dias vêm, diz o Senhor, em que este lugar não se chamará mais Tofete, nem o Vale do Filho de Hinom, mas o Vale da Matança.

De valle a símbolo del castigo

En la literatura judía del período del Segundo Templo, el nombre del valle maldito se deslizó de un lugar real a un símbolo del lugar del castigo final. Cuando los evangelios registran a Jesús hablando de la Gehena, es ese sentido ya maduro el que está en juego: el fuego que no se apaga, donde el cuerpo entero puede ser arrojado. Jesús la usa como advertencia radical, contraponiendo la pérdida de un miembro a la pérdida del todo.

43 E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga,

44 Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.

45 E, se o teu te escandalizar, corta-o; melhor é para ti entrares coxo na vida do que, tendo dois pés, seres lançado no inferno, no fogo que nunca se apaga,

46 Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.

47 E, se o teu olho te escandalizar, lança-o fora; melhor é para ti entrares no reino de Deus com um olho do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno,

48 Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.

29 Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno.

30 E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno.

28 E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo.

La imagen del "gusano que no muere y del fuego que no se apaga" que Jesús asocia a la Gehena viene directamente del último versículo de Isaías, donde los cadáveres de los rebeldes arden como espectáculo perpetuo. El valle real, el verso profético y la palabra de Jesús se encadenan.

24 E sairão, e verão os cadáveres dos homens que prevaricaram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e serão um horror a toda a carne.