A Imitação de Cristo, explicada

O livro de devoção mais lido depois da Bíblia, explicado para quem nunca o abriu.

7 leituras

O segundo livro mais lido do cristianismo

A Imitação de Cristo é um livro pequeno, escrito por volta de 1420 num mosteiro dos Países Baixos e atribuído ao monge Tomás de Kempis. Depois da própria Bíblia, é a obra de devoção cristã mais lida da história: traduzida para quase todas as línguas e amada por gente de tradições opostas, do catolicismo à Reforma protestante.

O assunto está no título: imitar Cristo, viver como Jesus viveu, por dentro, no silêncio do coração. A obra prefere a humildade ao saber, a vida interior à agitação de fora e a escuta de Deus ao debate sobre Deus. Os quatro livros que a compõem sobem do desprezo das vaidades até a comunhão mais íntima com Cristo.

Este tema explica a obra para quem nunca a abriu: quem foi Tomás de Kempis e a Devotio Moderna, a velha questão de quem realmente a escreveu, e o coração do livro, a vida interior e o diálogo em que Cristo passa a falar diretamente com a alma.