
O Antigo Testamento e os Mitos do Antigo Oriente
O dilúvio, a criação do homem, a lei, o bebê salvo das águas: motivos que a Bíblia divide com os mitos da Mesopotâmia, do Egito e de Canaã. Os paralelos lado a lado, e o que eles provam (e não provam).
8 leiturasMuito antes de o Antigo Testamento ganhar sua forma escrita, os povos da Mesopotâmia, do Egito e de Canaã já contavam histórias de um grande dilúvio, da criação do homem a partir do barro, de um sábio que perdeu a imortalidade, de leis dadas por um deus e de um bebê real salvo das águas. Quando esses textos foram redescobertos e decifrados a partir do século 19, ficou claro que a Bíblia compartilha com eles motivos, imagens e até sequências inteiras de cena.
Este tema coloca os textos lado a lado, usando obras que você pode ler na íntegra neste site: o Épico de Gilgamesh, o de Atrahasis, o Mito de Adapa, o Código de Hamurabi, o Hino a Aton, a Lenda de Sargão e o Ciclo de Baal. Cada página expõe os paralelos com honestidade, mostra as passagens bíblicas e os trechos dos mitos, e marca tanto as semelhanças quanto as diferenças de fundo.
Cada página fecha com duas vozes que discordam sobre o que os paralelos significam: um Crítico Histórico, que os lê como sinal de que a Bíblia é literatura humana herdeira do seu tempo, e um Apologista Evidencial, que responde no mesmo terreno das evidências. O objetivo não é decidir por você, e sim apresentar o argumento mais forte de cada lado.