Cartas - Livro V 2

As villas, os testamentos, a educação e a memória dos mortos

Caio Plínio a seu amigo Calpúrnio Flaco, saudações.

Recebi belíssimos tordos, com os quais não posso equilibrar a conta, nem com os recursos da cidade, estando eu em Laurento, nem com os do mar, dadas as tempestades tão revoltas.
Você vai receber, portanto, uma carta estéril e simplesmente ingrata, que nem ao menos imita aquela astúcia de Diomedes na troca de presentes. Mas, dada a sua bondade, mais facilmente perdoará isto, porque confesso que não a mereço. Adeus.