Cartas - Livro V 15
As villas, os testamentos, a educação e a memória dos mortos
Caio Plínio ao seu amigo Árrio Antonino, saudações.
É quando tento igualar os seus versos que percebo melhor o quanto são bons. Pois, assim como os pintores raramente reproduzem um rosto belo e perfeito sem o piorar, também eu, partindo desse modelo, escorrego e fico aquém.
Por isso, ainda mais o incito a produzir o maior número possível de versos que todos desejem imitar, mas que ninguém, ou pouquíssimos, consiga. Até logo.