La razón es el dios interior: la guía que Marco Aurelio reverencia

Una chispa de lo divino dentro de ti

Esta es la idea que cose todas las demás. Si la razón gobierna el universo, y el hombre es parte del universo, entonces hay en cada persona un fragmento de esa razón divina. Los estoicos llaman a esto guía interior, o usan la palabra griega daimon: no un demonio en el sentido cristiano, sino un genio interior, una porción de lo divino plantada en el pecho. Es la facultad que piensa, juzga y elige, y es lo más noble que hay en usted.

23 Nada é mais miserável do que o homem que percorre tudo em círculos, que vasculha o que está debaixo da terra, como diz o poeta, e que tenta adivinhar o que na mente dos vizinhos, sem perceber que basta cuidar do guia interior que nele e venerá-lo com sinceridade.

Vivir con los dioses es dejar que esa guía comande

Marco Aurelio dice que vivir con los dioses no exige nada extraordinario: basta dejar que la guía interior, que Zeus le dio a cada uno, comande la vida. Esa guía es la mente y la razón de cada hombre.

27 Viva com os deuses. E vive com os deuses aquele que constantemente lhes mostra que a sua própria alma está satisfeita com o que lhe foi destinado, e que faz tudo o que quer o guia interior que Zeus deu a cada um como protetor e condutor, uma parte de si mesmo. E esse guia é a mente e a razão de cada um.

Por eso el hombre que sigue la razón es casi un sacerdote de la divinidad que mora en él. Se vuelve inmune al placer, intocable por el dolor, libre del insulto, un atleta en el más noble de los combates: el de no ser nunca derribado por una pasión.

5 Quem é assim, e não adia estar entre os melhores, é como um sacerdote e servidor dos deuses, que usa também a divindade plantada dentro de si. Ela torna a pessoa imune ao prazer, intocada por qualquer dor, livre de todo insulto, insensível a toda maldade, atleta no mais nobre dos combates, que é não ser derrubado por nenhuma paixão, mergulhado fundo na justiça, acolhendo de toda a alma tudo o que acontece e lhe é destinado. Ela quase nunca, e por grande necessidade voltada ao bem comum, fica imaginando o que outro diz, faz ou pensa. Pois o que é seu lhe serve de matéria para agir: pensa sem parar no que lhe coube da soma das coisas, faz boas as próprias ações e está convencida de que o seu quinhão é bom. Lembra também que todo ser racional é seu parente, e que cuidar de todos é próprio da natureza humana; mas se apega à opinião não de todos, e sim apenas dos que vivem reconhecidamente de acordo com a Natureza. Quanto aos que não vivem assim, tem sempre em mente como eles são em casa e fora dela, de noite e de dia, e com que gente partilham uma vida impura. Por isso não valor algum ao elogio vindo dessas pessoas, que nem de si mesmas estão satisfeitas.

Reverenciar lo mejor en uno mismo

La conclusión práctica es un deber de reverencia doble: reverenciar lo mejor del universo, la razón que todo gobierna, y reverenciar lo mejor de uno mismo, que es de la misma especie. Cuidar la propia mente, mantenerla limpia, dejarla mandar sobre los impulsos, es el acto religioso central del estoicismo.

21 Reverencie o que de melhor no universo: é aquilo que se serve de todas as coisas e dirige todas elas. E do mesmo modo reverencie o que de melhor em você, que é da mesma espécie que aquele. Pois também em você é isto que se serve de tudo o mais, e é por isto que a sua vida é dirigida.