Testamentos dos Doze Patriarcas 112

Os discursos de despedida dos doze filhos de Jacó (Rúben a Benjamim), pseudepígrafo judaico do séc. II a.C. com camadas cristãs

Testamento de José, capítulo 2

E este capitão-chefe do faraó confiou a mim a sua casa. E lutei contra uma mulher sem pudor, que me incitava a transgredir com ela; mas o Deus de Israel, meu pai, me livrou da
E este capitão-chefe do faraó confiou a mim a sua casa. E lutei contra uma mulher sem pudor, que me incitava a transgredir com ela; mas o Deus de Israel, meu pai, me livrou da
chama ardente. Fui lançado na prisão, fui espancado, fui escarnecido; mas o Senhor me concedeu achar misericórdia aos olhos do guarda da prisão.
Pois o Senhor não abandona os que o temem, nem nas trevas, nem nas correntes, nem nas tribulações, nem nas necessidades.
Pois Deus não é posto em vergonha como um homem, nem como o filho do homem ele teme, nem como aquele que nasce da terra ele é fraco ou se atemoriza.
Mas em todas essas coisas ele proteção, e de muitos modos ele consola, (ainda que) por pouco tempo ele se afaste, para provar a inclinação da alma.
Em dez provações ele me mostrou aprovado, e em todas elas eu resisti; pois a perseverança é um forte amparo, e a paciência traz muitas coisas boas.