Testamentos dos Doze Patriarcas 125

Os discursos de despedida dos doze filhos de Jacó (Rúben a Benjamim), pseudepígrafo judaico do séc. II a.C. com camadas cristãs

Testamento de José, capítulo 15

Ora, depois de vinte e quatro dias chegaram os ismaelitas; pois tinham ouvido que Jacó, meu pai,
estava de luto profundo por mim. E vieram e me disseram: Como é que você disse que era escravo? E eis que soubemos que você é filho de um homem poderoso na terra de
Canaã, e o seu pai ainda chora por você em pano de saco e cinza. Quando ouvi isso, as minhas entranhas se desfizeram e o meu coração derreteu, e eu desejei muito chorar, mas me contive, para não envergonhar os meus irmãos. E disse a eles: Não sei, sou escravo.
Então, portanto, eles deliberaram me vender, para que eu não fosse encontrado nas suas mãos. Pois temiam o meu pai, com medo de que ele viesse e executasse sobre eles uma grave vingança. Pois tinham
Então, portanto, eles deliberaram me vender, para que eu não fosse encontrado nas suas mãos. Pois temiam o meu pai, com medo de que ele viesse e executasse sobre eles uma grave vingança. Pois tinham
ouvido que ele era poderoso diante de Deus e dos homens. Então o mercador lhes disse: Livrem-me
do julgamento de Pentefri. E vieram e me pediram, dizendo: Diga que você foi comprado por nós com dinheiro, e ele nos libertará.