Jó 31
I made a covenant with mine eyes; why then should I think upon a maid?
Jó 31 fecha o longo monólogo final (caps. 29-31): depois de evocar a glória passada (29) e a humilhação presente (30), Jó faz aqui um juramento solene de inocência. A forma é a do 'juramento de purgação' ('se eu fiz X, então caia sobre mim Y'), instrumento jurídico comum no Antigo Oriente: o acusado invoca uma autopraga condicional, convidando o castigo divino caso minta. O capítulo inteiro é construído nesse padrão condicional.A 'aliança com os olhos' contra cobiçar uma virgem abre a série de juramentos pelo plano da intenção secreta, não só do ato. Esse foco no interior (cobiça, ganância, alegria com o mal alheio) distingue o texto de uma mera lista de delitos públicos.