Separando lo atestiguado de lo tradicional
Después de recorrer las muertes de Jesús, Juan el Bautista y los apóstoles, vale recoger el saldo histórico con honestidad. La imagen popular de que "los doce apóstoles murieron todos mártires, y eso prueba que decían la verdad" es más frágil de lo que parece, no porque sea falsa, sino porque la evidencia sostiene mucho menos de lo que la frase promete.
| Figura | Muerte | Grado de certeza histórica |
|---|---|---|
| Jesús | Crucificado bajo Poncio Pilato | Casi consensual entre historiadores |
| Juan el Bautista | Ejecutado por Herodes Antipas | Alta (evangelios + Josefo) |
| Santiago, hijo de Zebedeo | Decapitado por Herodes Agripa | Alta (Hechos 12) |
| Santiago, hermano de Jesús | Apedreado en Jerusalén | Alta (Josefo, Antigüedades 20) |
| Pedro | Martirio en Roma bajo Nero | Probable (1 Clemente, tradición antigua) |
| Pablo | Martirio en Roma bajo Nero | Probable (1 Clemente, tradición antigua) |
| Esteban | Apedreado en Jerusalén | Narrado en Hechos 7 |
| Demás apóstoles | Martirios diversos | Baja a muy baja (Hechos apócrifos) |
1 Ao saber da morte de Festo, César enviou Albino à Judeia como procurador. O rei, então, tirou o sumo sacerdócio de José e entregou essa dignidade ao filho de Anano, que também se chamava Anano. Conta-se que esse Anano mais velho foi um homem afortunadíssimo, pois teve cinco filhos que exerceram o ofício de sumo sacerdote de Deus, e ele próprio já havia desfrutado dessa dignidade por longo tempo, o que nunca aconteceu com nenhum outro dos nossos sumos sacerdotes. Mas esse Anano mais novo, que, como já lhe contamos, assumiu o sumo sacerdócio, era homem de temperamento ousado e muito insolente. Pertencia também à seita dos saduceus, que são rigorosíssimos ao julgar transgressores, mais do que todos os outros judeus, como já observamos. Sendo Anano dessa disposição, julgou ter agora uma boa oportunidade [de exercer sua autoridade]. Festo estava morto, e Albino ainda se encontrava no caminho. Por isso reuniu o sinédrio de juízes e trouxe diante deles o irmão de Jesus, que era chamado Cristo, cujo nome era Tiago, e alguns outros [ou, alguns dos companheiros dele]. E, depois de formar uma acusação contra eles como transgressores da lei, entregou-os para serem apedrejados. Mas os cidadãos que pareciam mais equânimes, e os que mais se incomodavam com a violação das leis, desaprovaram o que foi feito. Esses também mandaram dizer ao rei [Agripa] que enviasse a Anano uma ordem para que não agisse mais assim, pois o que ele já havia feito não podia ser justificado. Alguns deles foram inclusive ao encontro de Albino, enquanto ele estava em sua viagem desde Alexandria, e o informaram de que não era lícito a Anano reunir um sinédrio sem o consentimento dele. Albino concordou com o que disseram e escreveu com ira a Anano, ameaçando puni-lo pelo que tinha feito. Por causa disso, o rei Agripa tirou-lhe o sumo sacerdócio, depois que ele governou por apenas três meses, e fez sumo sacerdote a Jesus, filho de Damneu.
19 E não vi a nenhum outro dos apóstolos, senão a Tiago, irmão do Senhor.
El debate contemporáneo
Dos libros recientes delimitan la discusión. El apologista Sean McDowell, en The Fate of the Apostles (2015), examina caso a caso y concluye, de modo notablemente cauteloso para un defensor de la fe, que solo las muertes de Pedro, Pablo, Santiago de Zebedeo y Santiago hermano de Jesús alcanzan un nivel sólido de evidencia; las demás las clasifica como posibles, pero no comprobadas. Del otro lado, la historiadora Candida Moss, en The Myth of Persecution (2013), argumenta que gran parte del martirologio cristiano antiguo fue amplificado o construido después, y que el número de mártires bien documentados es menor de lo que la tradición supone.
El punto en que ambos, desde lados opuestos, más o menos convergen es instructivo: la tesis fuerte de que "todos los apóstoles murieron mártires" no se sostiene en la documentación. La tesis más modesta, de que algunos líderes del primer siglo murieron por su predicación y que eso tiene anclaje histórico real, sí se sostiene. La diferencia entre las dos es exactamente el terreno donde escépticos y apologistas discuten el valor probatorio del martirio.