Romanos 7
Que diremos, então? Que a Lei é pecado? De modo algum. Mas eu não conheci o pecado senão pela Lei. Porque não teria ideia da concupiscência, se a Lei não dissesse: Não cobiçarás ( Ex 20,17 ).
Foi o pecado, portanto, que, aproveitando-se da ocasião que lhe foi dada pelo preceito, excitou em mim todas as concupiscências; porque, sem a Lei, o pecado estava morto.
Quando eu estava sem a Lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, o pecado recobrou vida,
e eu morri. Assim o mandamento, que me devia dar a vida, conduziu-me à morte.
Porque o pecado, aproveitando da ocasião do mandamento, seduziu-me, e por ele me levou à morte.
Por conseguinte, a Lei é santa e o mandamento é santo, e justo, e bom...
Então, o que é bom tornou-se causa de morte para mim? Decerto que não. Foi o pecado que, para se mostrar realmente pecado, acarretou para mim a morte por meio do que é bom, a fim de que, pelo mandamento, o pecado se fizesse excessivamente pecaminoso.